Ao chegar a casa é a tua falta, meu amor, que se impõe e não o livro, não mais uma promessa de escrever, os exercícios de estilo a alinhar. Começo a sentir os efeitos do fumo, o ar rarefeito de Lisboa. Apetece-me tanto escrever como atirar-me da Ponte 25 de Abril. Fazer-me entender por ainda mais estúpido e boçal do que aquilo que sou na realidade. Releio-me:
.../...
Sem comentários:
Enviar um comentário